HOMENAGENS

ARTHUR MAIA

(9 de abril de 1962 — 15 de dezembro de 2018)

 

Sobrinho do baixista Luizão Maia, com quem aprendeu as primeiras técnicas no baixo e de quem herdou a peculiar sensibilidade que desenvolveu neste instrumento, antes conhecido por sua limitação, mas que teve a partir de Arthur uma nova releitura, passando a ser usado por ele como instrumento não apenas de acompanhamento, mas também de belíssimos solos. Arthur Maia iniciou também uma nova reaplicação do baixo fretless (sem trastes), que o torna frequentemente solicitado por artistas brasileiros e estrangeiros. Arthur Maia era um dos maiores incentivadores do Valadares Jazz Festival e tocou em Governador Valadares em três edições do festival. Obrigado, Rei Arthur!

CELSO BLUES BOY

(5 de janeiro de 1956 — 6 de agosto de 2012)

 

Cantorcompositor e guitarrista brasileiroComeçou a tocar profissionalmente na década de 1970, acompanhando Raul Seixas e Sá e Guarabyra. Montou a banda Legião Estrangeira em 1976, com a qual se apresentava em bares e casas de show. Em 1978 integrou a Banda Magia Branca, formada com Marcelo de Brito, Roberto Lly, Romney e Luiz Alfredo, muito prestigiada na cena carioca. Passou a ser mais conhecido a partir de 1980, quando mandou uma fita para a Rádio Fluminense, no Rio, voltada para o repertório roqueiro. Gravou o primeiro disco em 1984, "Som na Guitarra", que incluía seu maior sucesso: "Aumenta que Isso Aí É Rock'n Roll".

Um dos primeiros a cantar blues em português, escolheu o nome artístico em homenagem ao ídolo B. B. King, um dos pais do gênero, com quem também tocou na década de 1980. Um cara alegre, altíssimo astral e ilustre torcedor do Vasco da Gama. Obrigado, Celso Blues Boy!

 

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